quarta-feira, 11 de junho de 2008

À mãe

(Luiz Calcagno)

O bebê que está aí,
Que cresce dentro de você,
O filho da vida, da ânsia do mundo,
A vida miúda que se afigura,
Essa santa criatura,
Pude ver pelo aparelho, era tão miúda,
Como pode tanta luta,
Para vir a ser o que será?

É o sorriso do porvir, com suas próprias unhas.

A mãe,
Ela também sofreu.
Carregou o rebento e todas as expectativas,
E a menina criou raízes em seu ventre,
E despontou novinha para um mundo atraente.
As cores, os sons, as flores e os dons,
Nasceu um novo universo e a natureza já não pode ser mais a mesma,
As fadas cantaram no quintal e a criançada gritou pela sobremesa.

4 comentários:

  1. dia peculiar.








    (espetaculosa, eu)

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. oi animal esguio.
    que bom que está vivo!!!
    bela poesia.
    abraços!
    =)

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É isso aí, amigo, manda ver!