(Luiz Calcagno)
Ah, Portugal,
Portugal dos Açores,
Portugal dos meus amores,
Dos meus risos, de minhas dores,
Ah Portugal!
Terra Lusitânia,
Em tua gente não há infâmia,
E a mim todo, tu me ganhas,
E me perco em tuas vielas tamanhas,
Ah, minha eterna Lusitânia!
A poeira que te cobres,
O pó que te revestes,
As pedras que te tomam,
As histórias que te vestem,
Os pés que em ti caminham,
As jovens que se despem,
A gente que em ti se abriga,
As idéias que te enaltecem...
Ah, Portugal de todos os tratados,
De navegações e entardeceres dourados,
Ah, Portugal dos que não foram amados,
Das virgens cálidas e dos filhos Bastardos.
Em ti, encontro minha história,
Aqui contemplo meu passado.
Ah, Portugal,
Portugal dos Açores,
Portugal dos meus amores,
Dos meus risos, de minhas dores,
Ah Portugal!
Um lar de mulheres
Há 3 semanas
Tão longe e tão perto.
ResponderEliminarÉ como se cada lugar visitado além mar, já fizesse parte dos cantos de cá.
Não sei. Gosto. Precisa de mais nada.
É muito bom apreciar a sua escrita!
ResponderEliminarQue bela poesia!
beijos